domingo, 22 de janeiro de 2012

Nada complexo nem complicado


Vamô ser feliz? F E L I Z assim nada complexo nem complicado, podemos deixar o glamour de lado, e o resto do mundo também.

SIMPLESmente felizes, porque o SIMPLES é bonito, porque o simples pode ser muito, ou melhor, pode ser a medida certa pra nossa felicidade.

Vamos ser felizes, sem se importar com mais nada, sem se importar com quem vai ler, com quem vai pensar, com quem  vai nos ver, SIMPLESmente sem se importar.
Apenas vamos ser felizes e amar, amar incondicionalmente, sem pensar no quanto vai durar, em quanta dor pode causar.

Um dia vamos ser felizes, esquecendo do passado que pode nos restringir algum gesto, alguma palavra. O passado que nos faz pecar ao comparar pessoas, essas que por natureza são tão diferentes.
Vamos ser felizes como se fossemos crianças, como se ainda não tivéssemos vivido, não tivéssemos experimentado, como se nunca tivéssemos nos machucado.

Como se não soubéssemos o que é o amor, como se nunca tivéssemos amado, vamos ser felizes...

Vamos ser felizes por ter alguem para nos fazer companhia, estar sempre perto, ter cuidado.

Vamos ser felizes por tocar violão nas tardes de domingo, por assistir filme em dia de frio, por compartilhar nossos problemas e angustias descomplicando-as, por andar de mãos dadas em tarde de sol, rindo, tropeçando, brincando.

Vamos ser felizes pra poder provar qual o gosto da felicidade, e também para eu te mostrar que sempre há um jeito de recomeçar.
É que sabe, eu acredito que se nos entregarmos podemos mesmo ser felizes e novamente nos encontrar.


sábado, 14 de janeiro de 2012

Happy Birthday to me!

 

Eu, adolescente cheia de sonhos, inconsequente. Eu, uma criança carente. Eu, um adulto que não sabe e não quer crescer. Minhas responsabilidades já bateram a porta, sou capaz de responder por todas que me cabem, deixar coisas pela metade não faz parte de mim. Eu, uma velha vivendo em estado de nostalgia. Sou todas essas, bipolarmente alterada.

São apenas 18 anos, em que fui palco para uma porção de gente entrar e sair da minha vida, deixar marcas alegres e tristes, onde plantaram bons e maus momentos. Alguns livros, MUITAS músicas, histórias, fases diferentes que alternavam junto com as mudanças de razões, pensamentos, opiniões. Nuvens pesadas, tempestade, amores incorrespondidos, falta de sentimento, o abismo que seduz, a força que renasce para procurar uma forma de lidar com tudo isso. Também algumas cicatrizes, imperceptíveis por qualquer estranho.

18 anos onde vivi e aproveitei até onde minhas pernas alcançaram. E no dia de hoje ouço uma nova fase gritando por liberdade.

Mas a liberdade que chama agora é diferente, é sedutora, chama para o proibido, o fora da lei, o perigo. Mais do que o ano novo, esse é o período em que sameei novas espectativas mesmo que involuntariamente, só espero que não sejam arruinadas, afinal não há nada de tão lúdico assim.

Engraçado que todo ano tem algo exatamente igual, o egocentrismo que me domina nessa época e me faz pensar que deveria ser o centro do universo no dia 14 de janeiro, e que ninguém esqueça disso ou tente ofuscar, a alegria que me domina pouco antes do tão esperado dia. Mas sabe, também me sinto um pouco mais responsável e segura.

Que seja doce, hoje, amanhã e sempre!

When she was just a girl
She expected the world